- Ataque na praia de Bondi, durante o Hanukkah, deixou quinze mortos, incluindo uma menina de 10 anos, e quarenta e duas pessoas ficaram feridas.
- Pai de 50 anos e o filho de 24 anos são apontados como autores; há investigação sobre possível ligação com o Estado Islâmico; foi encontrado um explosivo caseiro.
- Ahmed al-Ahmed, visto como herói por socorrer vítimas, desarmou um atirador e está entre os resgatados hospitalizados.
- O governo australiano concordou em endurecer as leis de porte de armas, com verificação de antecedentes mais rigorosa e restrições a licenças para estrangeiros.
- A polícia investiga motivação do crime, considerado um ato de terrorismo ligado a antissemitismo; o ataque ocorreu quando a praia recebia grande público, em meio a tensões regionais.
O ataque ocorreu na praia de Bondi, em Sydney, durante a celebração do Hanukkah. Dois homens — pai de 50 anos e filho de 24 — atacaram banhistas com armas longas, matando 15 pessoas, incluindo uma menina de 10 anos, e deixando 42 feridos. Um explosivo caseiro foi encontrado perto da cena; o crime está sendo investigado como possível ato terrorista.
O filho permanece preso, com ferimentos graves, e o pai foi morto pela polícia no local. Investigações apontam possível vínculo com o Estado Islâmico. A polícia também informou que o ataque foi planejado para aterrorizar a comunidade judaica. Policiais afirmam que a área estava cheia de banhistas no momento.
Durante a tarde, um homem identificado como Ahmed al-Ahmed, de 43 anos, é reconhecido como herói por ajudar vítimas e enfrentar um dos atiradores. Ele foi baleado e socorrido; a identidade das vítimas inclui um sobrevivente do Holocausto e um rabino. Em Bondi, autoridades instalaram homenagens oficiais e reforçaram a segurança.
Fortalecimento das leis de armas
As autoridades concordaram em endurecer legislação de porte de armas. O primeiro-ministro Anthony Albanese convocou reunião com governadores para ampliar verificação de antecedentes. Também serão avaliadas restrições a licenças para estrangeiros e limites a tipos de armas permitidas.
Contexto e desdobramentos
O governo australiano cita reformas de 1996, após o massacre de Port Arthur, como referência de controle de armas. O ataque trouxe novas perguntas sobre o acesso a armamentos e a proteção de comunidades judias. Polícia local investiga motivações, ligações de grupo extremista e possíveis redes de apoio.
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