- Um ataque em Bondi Beach, Sydney, deixou 16 mortos e cerca de mil pessoas feridas ou evacuadas durante a celebração de Hanucá; dois homens, pai e filho, foram identificados como Sajid Akram e Naveed Akram.
- Relatos indicam uso de rifle de ferrolho e escopeta; em um veículo foram encontradas bandeiras do grupo extremista Estado Islâmico.
- A motivação foi associada ao antisemitismo; os investigadores analisam os antecedentes dos suspeitos e o contexto do ataque.
- O governo australiano anunciou revisão das leis de armas, com propostas como limites para licenças, controle de artefatos, registro nacional de armas e restrição de permanência de permissões.
- O primeiro-ministro Anthony Albanese destacou a gravidade do ato, prometeu ações para erradicar o antisemitismo e reforçou medidas de segurança.
Um ataque em Bondi Beach, em Sydney, deixou 16 mortos e centenas de feridos ou evacuados. A polícia identificou Sajid Akram e Naveed Akram como suspeitos, pai e filho, em uma ação que durou entre 10 e 20 minutos durante uma celebração de Hanucá. O caso é marcado por sinais de antisemitismo e terrorismo.
A polícia informou que o homem de 50 anos morreu no local, enquanto o filho, de 24, permanece em estado crítico. Foram encontrados dois artefatos no veículo, incluindo bandeiras associadas ao ISIS. Vítimas variaram em idade, de 10 a 87 anos, incluindo um rabino e um sobrevivente do Holocausto.
Mais de 40 pessoas foram hospitalizadas, entre elas dois agentes em estado grave, segundo a polícia de Nova Gales do Sul. Testemunhas relataram que cerca de 1.000 pessoas fugiram da área, e um transeunte, Ahmed al Ahmed, desarmou um dos atiradores, sendo hospitalizado após levar dois disparos.
Contexto e resposta governamental
O primeiro-ministro Anthony Albanese destacou que as circunstâncias podem mudar e que licenças não devem ser perpétuas, anunciando análise sobre limites de licenças, controle de artefatos, registro nacional e restrições de permanência de permissões.
Investigação e desdobramentos
As autoridades afirmaram que havia indícios sobre os antecedentes dos suspeitos, porém sem confirmação oficial de origem. As investigações incluem a verificação de ligações com grupos extremistas e o histórico de licenças de armas. O governo reforça a necessidade de revisão das leis de armas.
Entre na conversa da comunidade