- Desaprovação de Lula subiu para 53,5% e aprovação caiu para 45,9% (março); em fevereiro, 51,5% o desaprovavam e 46,6% aprovavam.
- Desempenho negativo é maior entre homens (63,1%) do que entre mulheres (45,9%), com maior rejeição entre 16 e 24 anos (72,7%).
- Entre 45 e 59 anos, a desaprovação é menor, em 43,7%.
- Regionalmente, Centro-Oeste tem os piores índices (65,9% de desaprovação); Nordeste é a única região onde a aprovação supera a rejeição (55,6% vs 43,9%).
- Governo Lula: ót/boa passou de 42,7% para 40,6%; ruim/péssimo subiu de 48,4% para 49,8%; regular passou de 8,9% para 9,6%.
- A pesquisa Atlas/Bloomberg foi realizada pela internet com 5.028 brasileiros com 16 anos ou mais, tem margem de erro de +/- 1 ponto percentual e confiança de 95%.
Dados da pesquisa Atlas/Bloomberg divulgados nesta quarta-feira (25) mostram piora na avaliação de Luiz Inácio Lula da Silva. O levantamento, realizado em março, aponta desaprovação de 53,5% e aprovação de 45,9% entre os brasileiros. Em fevereiro, a desaprovação era de 51,5% e a aprovação, 46,6%.
A rejeição é maior entre homens, com 63,1%, e entre jovens de 16 a 24 anos, onde atinge 72,7%. Entre 45 a 59 anos, a desaprovação fica em 43,7%. Regionalmente, o Centro-Oeste registra os piores índices, em 65,9% de desaprovação. O Nordeste é a única região com aprovação superior à rejeição, 55,6% vs 43,9%.
A avaliação da gestão é de 40,6% ótima ou boa, frente a 42,7% no mês anterior. Quem classifica o governo como ruim ou péssimo subiu de 48,4% para 49,8%. A parcela que avalia como regular passou de 8,9% para 9,6%.
Desempenho por grupo e região
Aprovação entre regiões varia: Nordeste tem vantagem relativa com maioria aprovando o governo, embora haja queda na avaliação do presidente. Centro-Oeste apresenta maior taxa de desaprovação, acima de 60%.
Entre homens e mulheres, a desaprovação é maior entre o sexo masculino, com queda menor entre as mulheres. Grupos etários mostram maior resistência entre faixas de maior escolaridade, com variações regionais marcantes.
Metodologia
A pesquisa foi feita pela internet com 5.028 brasileiros acima de 16 anos. A amostra foi recrutada digitalmente de forma aleatória. Margem de erro estimada em 1 ponto percentual, com nível de confiança de 95%.
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