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Equinor enfrenta multa de £53 milhões por derramamentos de óleo e gás

Økokrim aplica multa de 220 milhões de kroner e confisco de 500 milhões a Equinor pela poluição na refinaria Mongstad, envolvendo vazamentos de 2016 a 2021

The investigation began in 2020, after reports by the Norwegian environmental NGO Bellona of oil leaks at the Mongstad refinery.
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  • Økokrim aplicou a Equinor uma multa de 220 milhões de coroas norueguesas, mais confisco de 500 milhões de coroas; o total é considerado o maior de uma empresa norueguesa.
  • A acusação envolve poluição extensa e de longo prazo na refinaria Mongstad, na costa norte da Noruega, causada por anos de manutenção inadequada.
  • A investigação, iniciada em 2020 após relatos da ONG Bellona, aponta vazamentos entre 2016 e 2021 na refinaria.
  • O caso mais grave envolveu a liberação de 40 toneladas de gás, incluindo sulfeto de hidrogênio, o que representou risco de morte para funcionários.
  • A Equinor contesta a penalidade e o processo deve seguir para o tribunal.

A Equinor enfrenta uma multa de 220 milhões de coroas norueguesas e confiscamento de 500 milhões, em decorrência de supostos vazamentos e poluição na refinaria de Mongstad. A investigação aponta manutenção inadequada durante anos na única refinaria do país.

Økokrim afirma que houve poluição extensa e de longo prazo entre 2016 e 2021, com vazamentos que incluíram a liberação de 40 toneladas de gás, entre eles hidrogênio sulfídrido. O caso foi conduzido pela agência de crimes econômicos.

A denúncia indica que a situação representou risco de fatalidade para funcionários, embora não haja registro de feridos até o momento. A defesa de Equinor contesta as acusações e pretende levar o caso à Justiça.

O processo começou em 2020, após relatos da ONG Bellona sobre vazamentos na refinaria. Bellona descreveu a situação como indicativa de crise sistêmica na empresa e solicitou medidas.

Medidas e próximos passos

Økokrim informou que a sanção financeira é uma das maiores já aplicadas a uma empresa norueguesa. A Procuradoria estatal ressaltou a gravidade do histórico de incidentes no Mongstad e o risco potencial para a segurança dos trabalhadores.

A Equinor declarou não aceitar a penalidade e destacou que não houve falha de manutenção constante. A empresa afirmou que esclarecerá os pontos do caso durante o processo judicial.

O caso segue para o tribunal, onde serão analisados os argumentos da defesa e da acusação. Não há prazo definido para a conclusão do processo.

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