Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Alcolumbre não queria comissão, afirma presidente da CCJ

Presidente da CCJ afirma que Alcolumbre tentou votar o PL da Dosimetria sem comissão; acordo entre casas é defendido, mudanças podem inviabilizar a aprovação no Senado

Presidente da CCJ diz que Alcolumbre não queria passar PL da Dosimetria por comissão
0:00
Carregando...
0:00
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar, disse que Davi Alcolumbre não consultou todos os líderes e queria votar o PL da Dosimetria sem comissão, diretamente em plenário.
  • Alcolumbre afirmou que houve um acordo na Câmara com participação de todos os líderes; Omar Aziz não participou, e Alencar defende a passagem pela CCJ.
  • O senador Alessandro Vieira trabalha em texto para restringir possibilidades do PL; Amin afirma que mudanças não permitirão a aprovação nesse universo.
  • O relator Amin disse que o Senado fará mudanças no texto, afirmando que o projeto não passará, pois abrange crimes de corrupção até exploração sexual.
  • O PL da Dosimetria, aprovado pela Câmara, prevê aumento da pena do crime mais grave em até metade; ex-presidente Jair Bolsonaro poderia passar de 27 anos e três meses para 24 anos e 10 meses; votação no Senado está prevista para quarta-feira, 17.

O PL da Dosimetria, aprovado pela Câmara, tramita no Senado após um acordo entre as casas com a participação de líderes. O relator Amin sinalizou mudanças no texto, que ampliam as penas.

O presidente da CCJ, Otto Alencar, afirmou em entrevista que Davi Alcolumbre não consultou todos os líderes e pretendia levar o texto a plenário sem parecer das comissões. Omar Aziz não participou do esforço, segundo o senador baiano. Alencar defende a passagem pela CCJ.

Alessandro Vieira trabalha em texto para restringir possibilidades do PL; Amin afirma que as mudanças não permitem aprovação nesse universo. O objetivo é manter o texto sob análise das comissões, conforme o que foi acordado.

Mudanças no texto e posição dos itens

A proposta aprovada pela Câmara amplia a pena do crime mais grave em até 50%. Em termos práticos, a pena para casos envolvendo o ex-presidente pode passar de 27 anos e 3 meses para 24 anos e 10 meses, conforme o exemplo utilizado pela análise inicial.

O projeto segue na pauta do Senado, com votação prevista para quarta-feira, 17. A discussão envolve mudanças penais que vão além de casos ligados a golpes, abrangendo temas como corrupção e exploração sexual.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais