- Adilson Barroso, primeiro suplente do PL em São Paulo, afirmou que Carla Zambelli teve boa consciência ao renunciar e que assumirá a vaga ainda nesta semana para dar continuidade ao mandato.
- Barroso disse à Folha de S.Paulo que defenderá a mesma pauta de Zambelli e que não há necessidade de segurar a vaga sem atuação.
- Zambelli foi condenada a dez anos de prisão por supostamente ter contratado hacker para invadir os sistemas do CNJ; a cassação foi suspensa por decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes.
- Moraes declarou que o trabalho da Câmara seria apenas declarar a perda do mandato, de forma automática, e que houve anulação da votação de cassação.
- Antes, o cargo chegou a ser ocupado pelo segundo suplente, Coronel Tadeu, durante licença de Derrite; Diante da repercussão, Tadeu criticou a ideia de cassação para facilitar a substituição.
Adilson Barroso, primeiro suplente do PL de São Paulo, afirmou à Folha de S.Paulo que Carla Zambelli teve uma consciência muito boa ao renunciar ao mandato. Barroso disse que assumirá a vaga ainda nesta semana para dar continuidade ao mandato, mantendo apoio mútuo entre ambos.
A ex-deputada Carla Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão por supostamente pagar um hacker para invadir os sistemas do CNJ. Após a Câmara votar pela manutenção do mandato, o ministro Alexandre de Moraes anulou a votação, determinando que o gasto do mandato caberia à perda automática.
Antes disso, o PL já tinha trocado de ocupante quando Coronel Tadeu assumiu durante a licença de Derrite, que voltou ao cargo de deputado federal. Barroso já havia ocupado o cargo durante a licença de Derrite, e agora retorna para eventual substituição permanente.
As mensagens divulgadas pelo Metrópoles teriam pedido votos para cassar Zambelli, em tom que acompanha a fala de Barroso agora. O advogado de Zambelli, Fábio Pagnozzi, criticou o conteúdo das mensagens. Barroso diz que não havia necessidade de manter a vaga sem atuação.
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