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Familiares de Rory Branker cobram informações sobre jornalista detido na Venezuela

Família de jornalista detido na Venezuela clama por informações, enquanto governo o acusa de extorsão sem apresentar provas. A liberdade de expressão enfrenta sua maior crise.

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A família do jornalista Rory Branker, que trabalha no site La Patilla, ainda não sabe onde ele está, mais de um mês após sua prisão pelo Sebin, a polícia de inteligência da Venezuela. Branker, de 43 anos, foi preso no dia 20 de fevereiro quando saía de casa para o trabalho. O governo, através do ministro Deusdado Cabello, disse que ele é acusado de extorsão e de publicar informações falsas, mas não deu mais detalhes sobre o caso.

O La Patilla é um site conhecido por criticar o governo e é dirigido por Alberto Federico Ravel, um jornalista que vive no exílio. A situação de Branker reflete a repressão à liberdade de expressão na Venezuela, onde a censura aumentou. Atualmente, doze jornalistas estão presos no país, um dos números mais altos da região, mostrando um ambiente difícil para a imprensa.

Desde as eleições presidenciais de julho, que geraram protestos, a repressão se intensificou. O Instituto de Prensa y Sociedad (Ipys) informou que, em 2023, 25 jornalistas mudaram de cidade e onze repórteres internacionais foram deportados. A censura digital também cresceu, com 38 bloqueios a sites de notícias, tornando difícil acessar informações críticas sem usar ferramentas como VPN.

Gregorio Salazar, do Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa, disse que o governo cria um clima de medo, o que leva jornalistas a se autocensurarem ou a deixarem o país. A situação atual é uma das mais difíceis para a liberdade de imprensa na Venezuela, com muitos meios de comunicação enfrentando severas restrições.

A família do jornalista Rory Branker, editor do portal La Patilla, continua sem informações sobre seu paradeiro, mais de um mês após sua prisão pelo Serviço Bolivariano de Inteligência (Sebin). Branker, de 43 anos, foi detido em 20 de fevereiro ao sair de casa para trabalhar. A acusação contra ele, segundo o ministro do Interior e Justiça, Deusdado Cabello, envolve extorsão e a publicação de informações falsas, mas detalhes adicionais não foram fornecidos.

O portal La Patilla, conhecido por sua linha crítica ao governo, é dirigido por Alberto Federico Ravel, um jornalista opositor que vive no exílio. A situação de Branker é emblemática da repressão à liberdade de expressão na Venezuela, onde a censura se intensificou. Atualmente, doze jornalistas estão presos no país, um dos números mais altos da região, refletindo um ambiente hostil para a imprensa.

Desde as eleições presidenciais de julho, que resultaram em protestos, a repressão se agravou. O Instituto de Prensa y Sociedad (Ipys) reporta que, em 2023, 25 jornalistas mudaram de residência e onze repórteres internacionais foram deportados. A censura digital também aumentou, com 38 bloqueios a sites de notícias, tornando a leitura de conteúdos críticos dependente de ferramentas como VPN.

Gregorio Salazar, do Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa (SNTP), afirma que o regime promove um clima de medo, levando ao aumento da autocensura e da migração de profissionais da área. A situação atual representa um dos momentos mais sombrios para a liberdade de imprensa na Venezuela, com a maioria dos meios de comunicação operando sob severas restrições.

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