- O preço do petróleo Brent caiu para US$ 59,20 o barril, menor desde o início de maio, com expectativas de acordo de paz entre Rússia e Ucrânia.
- O preço no atacado caiu mais de 7% neste mês, mas o preço médio na bomba permaneceu praticamente estável, em 137,3p por litro, até segunda-feira.
- O diesel recuou de 146,9p/L no início do mês para 146,6p/L nesta semana, ainda em patamar alto.
- O porta-voz da AA para preços de combustível, Luke Bosdet, disse que os postos “criam miséria” para motoristas ao manterem preços estáveis mesmo com a queda do petróleo.
- Analistas ressaltam que, mesmo com avanços em negociações, há incertezas sobre demanda global e produção, o que pode manter o cenário de preços abaixo dos picos vistos no início do ano.
O preço do petróleo Brent caiu abaixo de US$ 60 por barril pela primeira vez em mais de sete meses, com US$ 59,20 no início da manhã de terça-feira. A cotação coincide com a expectativa de acordo de paz entre Rússia e Ucrânia e possível afrouxamento de sanções.
Os preços no atacado recuaram mais de 7% neste mês, mas o preço médio na bomba avançou pouco, passando de 137,5p a 137,3p por litro desde o começo de dezembro. O diesel caiu de 146,9p para 146,6p por litro no mesmo período.
O movimento não se refletiu amplamente nos valores ao consumidor, mantendo a gasolina estável nos postos. O preço médio da gasolina permanece próximo do patamar de dezembro, com variação mínima entre os dias.
Segundo o porta-voz da AA para preços de combustível, muitos postos criaram condições de custo para motoristas e negócios, com alguns ajustando preços no fim de semana, mesmo com o recuo do petróleo.
A queda de preços poderia, em teoria, reduzir o custo para motoristas que abastecem tanques de cerca de 55 litros, com economia estimada em mais de £4,60, caso a redução seja repassada integralmente.
AUXÍLIOS internacionais aparecem como pano de fundo: autoridades estimam que um acordo entre Moscou e Kiev pode ocorrer em dias, ampliando a vise de uma normalização de fornecimento. Observadores veem sinais de melhoria nas negociações, mas alertam para incertezas.
Analistas destacam que, mesmo sem um restabelecimento total das exportações russas, há indicativos de excesso de oferta global. Desbloqueio de estoques seria possível, ajudando a manter os preços abaixo de patamares vistos no começo do ano.
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