- O ataque ocorreu em Sydney, durante a celebração de Hanukkah na região de Bondi, com pelo menos 15 mortos e 42 feridos.
- Segundo a polícia, os suspeitos seriam pai de 50 anos e filho de 24; o pai foi morto pela polícia e o filho detido após ficar gravemente ferido; estado dele é estável.
- Vítimas variam de 10 a 87 anos, incluindo o rabino Eli Schlanger; um israelense também morreu; um homem desarmou o atirador, mas ficou ferido e está hospitalizado.
- O Itamaraty informou que, até o momento, não há confirmação de brasileiros atingidos; o primeiro-ministro de Nova Gales do Sul disse que o ataque visava a comunidade judaica no primeiro dia de Hanukkah.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou o atentado e reforçou a defesa da tolerância e da liberdade religiosa, divulgando solidariedade às vítimas, à comunidade judaica e ao povo australiano.
O ataque em Sydney ocorreu durante a celebração de Hanukkah, na região de Bondi, neste domingo. Disparos foram registrados ao pôr do sol, provocando várias mortes e ferimentos. A polícia informou que o ataque teve motivação voltada à comunidade judaica, ocorrendo no primeiro dia de Hanukkah.
Segundo a polícia, os suspeitos seriam pai e filho, com 50 e 24 anos, respectivamente. O pai foi morto pela polícia, o filho detido após ficar gravemente ferido. O estado dele é estável. Vítimas variam entre 10 e 87 anos, incluindo o rabino Eli Schlanger. Um israelense também morreu no ataque.
Um homem desarmou o atirador, mas sofreu ferimentos no braço e na mão. Ele permanece hospitalizado e recebe tratamento. O reconhecimento internacional ocorreu com condenação a atos de ódio e pedidos de solidariedade às comunidades judaicas. O evento ocorreu no início da Hanukkah.
Investigação e desdobramentos
A delegacia local confirmou a identidade dos envolvidos apenas parcialmente, sem divulgar os nomes completos. A polícia investiga se houve cooperação entre os suspeitos e se houve planejamento prévio do ataque.
Repercussões e contexto
O governo australiano promete cooperação internacional para combater o extremismo e o ódio. Líderes de diversos países manifestaram condolências e apoio às famílias das vítimas e à comunidade judaica de Sydney.
Desdobramentos locais
O primeiro-ministro de Nova Gales do Sul classificou o ataque como um ato contra a comunidade judaica e afirmou que houve planejamento voltado a esse alvo. A cidade de Sydney segue em estado de alerta e investiga todas as pistas disponíveis.
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