- Doze pessoas morreram e várias foram levadas a hospitais de Sydney após um ataque a tiros na praia de Bondi, durante uma festa judaica de Hanukkah.
- Duas pessoas estão sob custódia; a operação policial continua e a área permanece isolada.
- O serviço de ambulâncias confirmou que pelo menos dezesseis feridos foram encaminhados para seis centros hospitalares da região.
- Testemunhas relatam ataque com múltiplos suspeitos armados; as autoridades ainda não confirmaram ligação com a celebração de Hanukkah.
- Reações internacionais: o primeiro-ministro australiano classificou o episódio como chocante; o presidente de Israel e a presidente do Parlamento Europeu expressaram solidariedade.
O ataque a tiros na praia de Bondi ocorreu durante uma celebração de Hanukkah, resultando em 12 mortes e várias pessoas encaminhadas a hospitais da região de Sydney. A polícia de NSW informou que há duas pessoas sob custódia e que a operação policial continua com a área isolada. O incidente aconteceu em Bondi Beach, um ponto turístico famoso ao leste de Sydney, quando a festa judaica ainda estava em andamento.
Equipes de resgate confirmaram o atendimento a pelo menos 16 feridos em seis centros hospitalares da região, segundo a ambulância de NSW. Testemunhas contaram à imprensa local que o ataque envolveu mais de um atirador, com agentes atuando para imóveis e pessoas próximas à área da praia.
O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, classificou o episódio como chocante e angustiante, destacando que equipes de emergência trabalham para salvar vidas. O presidente de Israel, Isaac Herzog, condenou o ataque como terrorista e expressou condolências às famílias das vítimas, cobrando resposta firme contra antissemitismo. A presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, também manifestou apoio às vítimas e à comunidade judaica.
Contexto
Bondi é a praia mais famosa da Austrália e costuma receber grande fluxo de turistas e moradores, especialmente nos fins de semana. O ataque ocorre quase 11 anos após o assalto ao Lindt Café, em Sydney, que deixou mortos e começou com um cerco prolongado envolvendo atirador e reféns.
Reações internacionais
Autoridades de outros países e representantes de comunidades judaicas repercutiram o ocorrido, ressaltando a necessidade de medidas de proteção a eventos religiosos e a combate ao antissemitismo. As investigações abrangem motivação, origem dos atiradores e possíveis vínculos com redes extremistas.
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