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Chefe da Oxfam GB deixa o cargo após alegados problemas de liderança

Avaliação independente aponta falhas de liderança; conselho opta pela saída de Halima Begum, diante de ruptura irreversível de confiança na gestão

Oxfam staff claimed a restructuring led by Begum had created ‘widespread animosity’ and left them feeling ‘undermined, undervalued and unfairly targeted’. Photograph: Justin Tallis/AFP/Getty Images
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  • Uma avaliação independente sobre a conduta de Halima Begum foi solicitada após mais de cem funcionários relatarem preocupações.
  • O conselho da Oxfam GB decidiu pela saída de Begum, alegando quebra irreparável de confiança na liderança.
  • A revisão, realizada pela empresa Howlett Brown entre novembro e dezembro de 2025, contou com depoimentos de trinta e duas colegas.
  • Begum nega as acusações.
  • A Oxfam relembra crises anteriores, como exploração sexual de vítimas do terremoto no Haiti em 2010 (revelada em 2018), má conduta de um alto funcionário na RDC em 2022 e a redução de cerca de duzentos e cinquenta funcionários no Reino Unido para economizar £10,2 milhões.

Oxfam GB afastou a CEO Dr Halima Begum após conclusão de uma avaliação independente sobre a conduta da liderança. A revisão ocorreu entre novembro e dezembro de 2025, motivada por relatos de mais de 100 funcionárias e funcionários.

O estudo conduzido pela firma Howlett Brown analisou o comportamento da CEO e apontou questões graves na liderança, decisões e interferência em investigações de integridade e proteção. O conselho afirmou que houve quebra irreparável de confiança.

A decisão foi unânime entre os membros do conselho e teve apoio aos relatos de que o uso de processos internos foi comprometido. Begum nega as acusações e permanece disponível para comentários.

A Oxfam GB enfrenta crises desde o passado, incluindo casos de exploração sexual de vítimas do terremoto no Haiti, em 2010, divulgados em 2018, e denúncias de má conduta na RDC, em 2022. Em 2025, a organização promoveu cortes de 250 vagas no Reino Unido para economizar cerca de £10,2 milhões.

A instituição afirmou que a revisão envolveu 32 atuais e ex-funcionários e revisou evidências documentais. O objetivo é restaurar a confiança e fortalecer a governança da organização, com foco em transparência e aprendizado institucional.

A Oxfam não divulgou novas conclusões, apenas destacou o compromisso com a integridade, a proteção das pessoas atendidas e a melhoria dos processos internos. A organização também ressaltou que seguirá buscando estabilidade e responsabilidade.

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