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Cuba critica retorno à lista de patrocinadores do terrorismo e denuncia arrogância de Trump

- O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, criticou a reinclusão de Cuba na lista de terrorismo. - Ele chamou a decisão de Donald Trump de "ato de arrogância e desrespeito à verdade". - O ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodriguez, também condenou a medida. - A designação de Cuba como patrocinadora de terrorismo ocorreu em janeiro de 2021. - O governo Biden havia removido Cuba da lista em janeiro de 2023, buscando normalizar relações.

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, criticou a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reincluir a ilha na lista de patrocinadores estatais do terrorismo. Em uma postagem no aplicativo X, Díaz-Canel descreveu a ação como “um ato de arrogância e desrespeito à verdade”, afirmando que a designação é fraudulenta e visa intensificar […]

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, criticou a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reincluir a ilha na lista de patrocinadores estatais do terrorismo. Em uma postagem no aplicativo X, Díaz-Canel descreveu a ação como “um ato de arrogância e desrespeito à verdade”, afirmando que a designação é fraudulenta e visa intensificar a guerra econômica contra Cuba.

O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodriguez, também se manifestou contra a decisão. A medida de Trump reverte a ação do governo de Joe Biden, que havia anunciado em 14 de janeiro a remoção de Cuba dessa lista. O ex-secretário de Estado, Mike Pompeo, havia classificado Cuba como patrocinadora do terrorismo em janeiro de 2021, alegando que o país oferecia abrigo a terroristas.

A designação de Cuba como patrocinadora estatal do terrorismo, ao lado de Coreia do Norte, Irã e Síria, implica em severas sanções econômicas. A decisão de Trump ocorre em um contexto de tensões políticas e históricas entre os dois países, que se arrastam por mais de seis décadas.

Cuba tem defendido a remoção de sua designação, argumentando que as sanções econômicas têm um impacto devastador sobre a população. A inclusão na lista de terrorismo não apenas agrava a situação econômica, mas também prejudica as relações diplomáticas e comerciais da ilha.

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