- Em dezembro, aprovação do governo Lula ficou em 34% e reprovação em 38%, empates numericamente.
- Em maio de 2025 houve o pior cenário, com 57% de reprovação e 40% de aprovação; em dezembro as avaliações melhoraram.
- A percepção de notícias positivas vindas do governo subiu de 29% para 33%, enquanto as negativas caíram de 46% para 43%.
- A expectativa econômica passou a 44% dos eleitores acreditando que a economia vai melhorar, contra 33% que veem piora.
- O governo afirma que 2025 começou ruim, com crises como PIX, fraudes no INSS e tarifaço, mas terminou com sinais de recuperação econômica e inflação em queda.
A equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avalia que a pesquisa Quaest divulgada na terça-feira (16) aponta ganhos para o governo em 2025, apesar do início turbulento. O levantamento aponta que a aprovação ficou em 34% e a reprovação em 38% em dezembro, com empate entre apoio e críticas em termos líquidos.
Segundo o governo, o ano começou com crises que derrubaram a popularidade, como PIX, fraudes em aposentadorias do INSS e o tarifazo. No entanto, o cenário mudou ao longo de 2025, com inflação de alimentos em queda, desemprego em recuo e economia em crescimento, o que, na leitura oficial, ajudou a reverter parte da percepção negativa.
Em dezembro, o quadro de avaliação segue equilibrado: a favor do governo são 34%, contra, 38%. Assessorias ressaltam que, no agregado das pesquisas, a aprovação já seria numericamente superior à reprovação, mas ainda em empate. Em termos de percepção econômica, 44% veem melhora e 33% prevêem piora.
A leitura interna aponta sinais de melhoria da imagem pública em relação ao mês anterior, com o volume de notícias positivas sobre o governo aumentando de 29% para 33%. Por outro lado, as notícias negativas recuaram de 46% para 43%.
Desdobramentos
A equipe de Lula destacou que o desempenho das redes sociais ampliou a circulação de conteúdos favoráveis, identificando uma tendência de percepção mais positiva entre o público. No âmbito eleitoral, a leitura é de que a gestão pode influenciar cenários de 2026, conforme os sinais interpretados na Quaest.
- A leitura sobre o ambiente político aponta que o apoio a alianças e candidaturas de 2026 passa a ganhar relevância, com a avaliação da administração associada a candidatos de siglas próximas ao governo.
- Entre adversários, Tarcísio de Freitas aparece como posição de resistência, segundo a leitura do governo, enquanto a possível permanência de Flávio Bolsonaro na disputa é citada como um ponto de pressão para o cenário nacional.
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