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Reinaldo Carneiro Bastos é reeleito na FPF após judicialização

Reinaldo Carneiro Bastos é reeleito presidente da Federação Paulista de Futebol, sem adversários, mandato até 2030, após decisão do CBMA e suspensão mantida

Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF
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  • Reinaldo Carneiro Bastos foi reeleito presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF) por unanimidade e aclamação, com mandato até 2030.
  • A eleição contou com a participação de mais de oitenta representantes de clubes e ligas; Mauro Silva e Fernando Sollero seguem como vice-presidentes.
  • Segundo o estatuto, o dirigente não poderá mais tentar a reeleição.
  • A votação foi judicializada: a Justiça de São Paulo suspendeu o pleito por irregularidades na reforma estatutária, apontando falhas no processo, divergências entre ata e deliberação e possíveis vícios de convocação e publicidade.
  • A decisão manteve a suspensão, mas, após intervenção do Centro Brasileiro de Mediação e Arbitragem, a eleição ocorreu na sede da entidade; caso permaneça, Bastos comandará a FPF por quinze anos, grande parte sem oposição.

Reinaldo Carneiro Bastos foi reeleito presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF) em decisão tomada na sede da entidade, após passagem por judicialização. O pleito ocorreu sem adversários e, por aclamação, ele foi reconduzido ao cargo, com mandato até 2030.

Mais de 80 representantes de clubes e ligas participaram da eleição, na qual Bastos manteve o comando da FPF. Mauro Silva e Fernando Sollero seguem como vice-presidentes, conforme registrado no estatuto da entidade, que impede nova reeleição para o mesmo cargo.

Contexto jurídico da eleição

Ontem, a Justiça de São Paulo suspendeu o pleito, questionando a legalidade da reforma estatutária que autorizou a recondução. A decisão, da desembargadora Débora Vanessa Caús Brandão, aponta indicativos de falhas no processo, incluindo inconsistências entre ata e deliberações, além de irregularidades na convocação.

A FPF recorreu da decisão, mantendo a suspensão, até que o Centro Brasileiro de Mediação e Arbitragem (CBMA) interviesse para gerir questões estatutárias. Após atuação do CBMA, a eleição foi realizada na sede da entidade, mantendo Bastos no cargo. Se cumprir o mandato, ele presidiu a FPF por 15 anos.

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