Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Australiano quebra recorde histórico e encerra marca de Cesar Cielo após 16 anos

Australiano quebra recorde mundial dos 50m livre, encerrando a era de Cesar Cielo e deixando o Brasil sem recordes vigentes

Cameron McEvoy no pódio do Aberto da China após quebrar o recorde mundial estabelecido por Cesar Cielo há 16 anos atrás (Foto: Reprodução/Instagram/@cam_mcevoy)
0:00
Carregando...
0:00
  • O australiano McEvoy quebrou o recorde mundial dos 50 metros livre, com o tempo de 21s25, tornando-se o nadador mais rápido de todos os tempos na prova.
  • A conquista o aponta como campeão olímpico em Paris 2024 nos 50 m livre e soma dois títulos mundiais seguidos: 2023, em Fukuoka, e 2025, em Singapura.
  • Com a quebra, o Brasil deixa de ter recordes mundiais vigentes, em piscina longa ou curta.
  • O feito encerra o ciclo iniciado por Cesar Cielo, dono de um dos recordes mais duradouros da modalidade.
  • O contexto histórico envolve a era dos supermaiôs, proibidos pela Federação Internacional de Natação, que passou a exigir trajes têxteis e regras mais rígidas para velocidade e flutuação.

McEvoy quebra recorde mundial dos 50 m livre, encerrando a marca histórica de Cesar Cielo após 16 anos. O feito transforma o australiano no nadador mais rápido de todos os tempos na prova, encerrando a era dos recordes vigentes do Brasil no atletismo aquático. O marco ocorre após o atleta do país anfitrião vencer o ouro olímpico em Paris 2024 com 21s25 e somar dois títulos mundiais, em 2023 e 2025.

A conquista substitui o recorde de Cielo, conhecido por manter a melhor marca dos 100 m livre por 13 anos, até ser superado em 2022. Com o novo tempo, McEvoy assume a liderança histórica da prova, enquanto o Brasil passa a não deter nenhum recorde mundial vigente em piscina longa ou curta.

O resultado marca o fim de um ciclo no qual a natação brasileira se destacou por recordes históricos. A partir da quebra, não há mais registro de marcas mundiais em competição masculina sob a bandeira brasileira. A disputa segue com foco em novas gerações e análises sobre o cenário global da modalidade.

O fim da era dos “supermaiôs”

A lembrança do recorde de Cielo em 2009 remete ao uso dos chamados supermaiôs, trajes proteicos que contribuíam com flutuação e velocidade. A inovação tecnológica, associada a grande parte dos recordes da época, levou a mudanças rápidas nas regras da Fina logo após o período.

Desde então, apenas trajes têxteis são permitidos, com restrições para não favorecer velocidade, flutuação ou resistência. Em masculino, nadadores podem usar apenas sungas e bermudas; em feminino, maiôs não podem ultrapassar a altura dos joelhos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais