- Corinthians e Vasco foram definidos como finalistas da Copa do Brasil, tirando o São Paulo da Libertadores de 2026.
- Surgiu, na manhã de segunda, o relato de venda de ingressos em camarotes do São Paulo para o show da colombiana Shakira, conforme apurado pelo repórter Bruno Giufrida.
- Envolvidos incluem Mara Casares e Douglas Schwartzmann, apontados como próximos de Julio Casares; também aparece Marcio Carlomagno, CEO do clube.
- O clube abriu sindicâncias internas e externas para apurar o caso; Mara Casares e Douglas Schwartzmann pediram licença dos respectivos cargos.
- O episódio impacta a imagem da gestão de Casares, com queda de popularidade e pressão por mudanças, enquanto o clube busca responder aos desdobramentos.
O São Paulo FC ficou sem vaga na Libertadores de 2026 após a definição dos finalistas da Copa do Brasil: Corinthians e Vasco, neste domingo. A derrota no torneio nacional tirou a chance de seguir no continental para a temporada seguinte.
Na manhã de segunda-feira, o repórter Bruno Giufrida publicou reportagem sobre um esquema de venda de ingressos em camarotes do clube durante shows, incluindo o da cantora Shakira. O caso envolve pessoas próximas ao presidente Julio Casares.
Entre os citados estão Mara Casares, ex-esposa do mandatário, e Douglas Schwartzmann, ligado à base do clube e indicado por Casares. Também aparece Márcio Carlomagno, CEO do São Paulo e responsável pela reformas no CT da Barrafunda.
Investigação interna e externa
O clube anunciou sindicâncias para apurar as acusações, internas e externas. Mara Casares e Douglas Schwartzmann solicitaram licença de seus cargos até o desfecho dos apurações. O caso atinge diretamente Casares, cuja popularidade já vinha em queda entre torcidas e oposição.
A repercussão envolve impacto na gestão e no futuro político do clube, que vive turbulência desde o fim do ano passado. Analistas apontam que o episódio pode ampliar pressão sobre a diretoria e acelerar mudanças no quadro diretivo.
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